Urge em mim uma necessidade de caminhar, de sentir o peso da mochila às costas, a dureza das pedras através do calçado, a sujidade a entranhar-se na pele, o desconforto da colchonete. Lá é tudo tão diferente.
Fecho os olhos. Tento em vão compreender a imensidão da luz do escuro.